quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Curiosidades sobre o Cinema Novo
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
cont
A Terceira e última fase do Cinema Novo, que vai de 1968 a 1972 é, agora, influenciada pelo Tropicalismo. O movimento leva suas atitudes às ultimas conseqüências e extravasou por meio do exotismo brasileiro, com palmeiras, periquitos, colibris, samambaias, índios, araras, bananas. Um marco dessa fase é o filme Macunaíma(1969), de Joaquim Pedro de Andrade. A obra se utiliza de uma das grandes figuras da chanchada, Grande Otelo, que estrelava como um herói sem nenhum caráter. Como descreve o livro A Fascinante Aventura do Cinema Brasileiro, de Carlos Roberto de Souza, Otelo vive "o brasileiro preguiçoso e fanfarrão, sensual e depravado, que luta para ganhar dinheiro sem trabalhar".
Mas logo a repressão política deu fim ao movimento e até alguns dos seus cineastas tiveram de se exilar. Grande parte das produções foram fracassos comerciais. Além disso, "se os diretores do Cinema Novo procuraram se adaptar às novas circunstâncias, mantendo-se fiéis um grande público, a parcela mais jovem do grupo de realizadores que se formava a sua volta recusou-se a isso", como completa o livro de Carlos Roberto de Souza. Surge então um novo movimento no país, o Cinema Marginal.
grandes filmes na historia
Cinema Novo acaba, mas deixa grandes filmes na história
A boa dose de realismo e a audácia dos precursores do movimento não resistem por muito tempo à repressão da época. Mas mesmo assim, as fases finais do cinema novo trouxe grandes filmes, como Macunaíma, estrelado pelo brilhante Grande Otelo.
A Segunda fase do cinema brasileiro agora tem um novo propósito. Os cineastas analisavam agora, os equívocos da política desenvolvimentista e principalmente da ditadura militar. Os filmes também faziam reflexão sobre os novos rumos da história nacional. Nessa fase, que vai de 1964 à 1968, obras características são: O Desafio(1965), de Paulo Cezar Saraceni, O Bravo Guerreiro(1968), de Gustavo Dahl, Terra em Transe(1967), de Glauber Rocha.
o cinema novo
Na primeira fase desse movimento, os filmes começam a abordar nessa fase uma temática voltada ao nordeste e a todos os problemas que a região abrigava. Estreiaram filmes importantes com "Vida Secas" e "Deus e o Diabo na Terra do Sol".
O núcleo mais popular do cinema novo na época é composto por: Glauber Rocha, Nelson Pereira dos Santos, Joaquim Pedro de Andrade, Carlos Diegues, Paulo Cesar Saraceni, Leon Hirszman, David Neves, Ruy Guerra e Luiz Carlos Barreto.
Ao redor dessas personalidades, o cinema novo é composto por três importantes fases. A primeira delas, vai de 1960 à 1964. Nesse período os filmes voltados ao cotidiano e à mitologia do nordeste brasileiro, com os trabalhadores rurais e as misérias da região. É abordada também a marginalização econômica , a fome a violência, o opressão e à alienação religiosa. Algumas das produções que melhor expressa essa fase são os filmes Vidas Secas(1963), de Nelson Pereira dos Santos; Os Fuzis(1963), de Ruy Guerra; Deus e o Diabo na Terra do Sol(1964), de Glauber Rocha.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
começando...........
Tudo começa em 1952 com o primeiro Congresso de Cinema Brasileiro e o Congresso Paulista de Cinema. Por meio desses congressos, foram discutidas varias ideias para a produção de filmes naiconais. Uma nova temática de obras ja começa a ser abordada e concluida mais adiante, por uma nova fase do cinema que se concretiza na decada de 50.
Cinema Novo
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
oooooi da matinho
beeijos










